quinta-feira, 30 de julho de 2015

Voltamos ao mesmo...

Coligação insiste em passar propriedade e gestão de escolas para os professores

Comentário: Esta ideia "importada" já vem de 2013 e regressa agora como proposta da coligação para uma eventual nova legislatura. Sinceramente, é uma proposta que me causa alguma desconfiança por não acreditar na benevolência da mesma e por considerar que poderemos estar perante uma estratégia de "privatização" da educação que será posta ao serviço de "amigos" e "compadres" das máquina partidárias.

Mais novidades...

...para os lados da DGAE.


Pretende ser opositor na segunda prioridade ao mesmo grupo de recrutamento?

Na página 21 do Manual de Instruções da Mobilidade Interna (MI), surge um campo que tem sido alvo de dúvidas por parte de alguns colegas: 


De acordo com aquilo que me parece razoável, a hipótese de ser opositor na segunda prioridade ao mesmo grupo de recrutamento surge enquanto consequência de uma eventual "remoção" - aquando da 2.ª indicação de componente letiva em agosto, por parte das escolas / agrupamentos - do concurso de MI, por se ter invertido a situação de ausência de componente letiva

Traduzindo: Numa primeira fase (aquela onde estamos atualmente), as escolas / agrupamentos dão indicações aos docentes de Quadro de Escola não Agrupada / Agrupamento de Escolas no sentido de terem de concorrer a MI por não terem um mínimo de 6 horas letivas (e como tal, em 1.ª prioridade). No entanto, essa situação pode ser invertida (isto é, a escola / agrupamento passou a ter componente letiva), e como tal, estes docentes deixam de ser obrigados a manter-se em concurso (e em 1.ª prioridade). Porém, pode acontecer que o docente em causa queira realmente manter-se em Mobilidade Interna (porque pretende mudar de escola / agrupamento), e é nesta altura (e no campo que consta na figura acima) que terá de o fazer, passando deste modo a estar enquadrado na 2.ª prioridade. 

Assim, esta situação terá como objetivo salvaguardar a situação de continuidade no concurso de MI (em 2.ª prioridade) se entretanto "surgir" componente letiva na escola / agrupamento de vinculação.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Candidatura...

...à Mobilidade Interna finalmente submetida. 

Agora é só imprimir o recibo e voltar a pensar em concursos de professores no final do mês de agosto. Atenção que submeti no segundo dia do concurso porque não tive qualquer dúvida em relação à "aplicação informática" e as minhas preferências foram (no essencial) "importadas" do concurso de Mobilidade Interna 2014/2015, caso contrário, demoraria mais algum tempo até ver satisfeitas as minhas incógnitas. Não tenham pressa, ok?



terça-feira, 28 de julho de 2015

Para relaxar...

.
Música de "Skank" - (Tema: Esquecimento)

Calma...

Caríssimos colegas, o último dia para submeterem a vossa candidatura à Mobilidade Interna é a próxima 2.ª feira (3 de agosto), como tal, parece-me excessivo algum do stress com que me tenho deparado em mensagens de correio eletrónico. Ainda temos muito tempo para telefonar para a DGAE, para conversar com outros colegas, para ler o que se vai escrevendo neste (e em outros) blogue e, acima de tudo, para decidir o que fazer.

Bem sei que queremos ir de férias descansados e deixar a treta do concurso para trás, mas a pressa nos concursos de professores é sempre má ideia. 

Dou-vos o meu exemplo: estou prestes a viajar e durante o dia de hoje apenas preenchi os campos relativos à candidatura e graduações.


Amanhã de manhã irei preencher a "Manifestação de Preferências", algo que não será muito complicado pois irei repetir (no essencial) a sequência que já utilizei aquando do concurso de Mobilidade Interna 2014/2015. Obviamente que irei confirmar tudo de novo, aumentar um pouco mais o raio geográfico das minhas preferências (o número de Mobilidades por Doença aqui pela minha zona foi "forte" e eu opto sempre por "jogar" pelo seguro) tendo sempre em mente que a escola mais distante de minha casa e pertencente ao meu QZP se encontra a quase 170 km de distância (quase 2 horas de viagem). Deste modo, julgo que antes do final da tarde terei a candidatura submetida. 

Obviamente que no meu caso apenas concorro para um grupo de recrutamento, como tal, tudo será mais rápido. Os colegas que têm hipótese de concorrer para dois grupos de recrutamento levarão mais tempo, mas é necessário preencher com calma e com tempo.

Quando tiverem as preferências manifestadas, não percam muito tempo em considerações (essas são feitas antes) e submetam a candidatura. Depois é mesmo tentar relaxar e não pensar mais nestes concursos até ao final de agosto.

"Quadro de Zona Pedagógica onde o docente está provido a 1 de Setembro de 2015"

A par do que já referi aqui, saliento também a situação dos colegas que ingressaram em QZP através do Concurso Externo, ou dos colegas, que conseguiram mudar de (ou para) QZP no Concurso Interno, e que de acordo com o Manual de Instruções, deverão ter em atenção o seguinte:

"Código do Quadro de Zona Pedagógica de Provimento (QZP) (2.2.3) 
Neste campo, deve indicar o código do Quadro de Zona Pedagógica em que se encontra provido. 
Para efeitos de preenchimento deste campo deve ser considerado o código do quadro de zona pedagógica onde o docente está provido a 01 de Setembro de 2015

Código do Agrupamento de Escolas/Escola não agrupada de colocação (Campo 2.2.3.1) 
Neste campo, deve indicar o código do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada da última escola onde exerceu funções."

Vejam lá não se enganem...

"Escola onde o docente está provido a 1 de setembro de 2015"

Bem... A confusão da escola de validação para os colegas que mudaram de quadro, conseguindo colocação num (novo) quadro de agrupamento de escolas / escola não agrupada no passado concurso interno, está instalada. Mas está instalada não porque não fosse óbvio (é a nova escola / agrupamento que indica se o docente recém colocado terá ou não componente letiva no próximo ano letivo - abordei este tema aqui - e, como tal, faz todo o sentido que seja esta a validar a candidatura, uma vez que cessam as colocações resultantes da mobilidade interna), mas porque poderá haver alguma dificuldade em comprovar dados, uma vez que os dados ainda estarão na escola anterior.

Deste modo, fica a chamada de atenção para a página 16 do Manual de Instruções do concurso de Mobilidade Interna (acolá):

"Código do Agrupamento de Escolas / Escola não agrupada de provimento (campo 2.2.2) 
Neste campo, deve indicar o código da escola de provimento. 
Para efeitos de preenchimento deste campo deve ser considerado o código da escola onde o docente está provido a 01 de setembro de 2015

No caso de o campo 2.2.1 ser preenchido com Regiões Autónomas (RAA ou RAM) o campo 2.2.2 estará oculto. 

Código de Grupo de Recrutamento de provimento (Campo 2.2.4) 
Neste campo, deve indicar o código do grupo de recrutamento em que se encontra provido. 
Para efeitos de preenchimento deste campo deve ser considerado o grupo de recrutamento onde o docente está provido a 01 de Setembro de 2015".

De uma vez por todas...

Agrupamento de Escolas / Escola não agrupada de provimento = agrupamento / escola onde são efetivos, isto é, onde efetivamente pertencem ao quadro.

Agrupamento de Escolas / Escola não agrupada de destacamento = agrupamento / escola onde se encontram colocados atualmente.

Redundâncias

Se, tal como eu, forem docentes de Quadro de Zona Pedagógica são obrigados a concorrer a Mobilidade Interna, sendo equiparados de forma automática a docentes de carreira a quem não é possível atribuir, pelo menos, 6 horas de componente letiva.

Deste modo, é perfeitamente compreensível sentirem-se confusos quando surge no campo 4.1.1. da candidatura, a possibilidade de indicar "sim" ou "não" quanto à existência de componente letiva... Este campo nem deveria aparecer, e a aparecer, aquando do preenchimento da tipologia de docente (no caso, QZP) deveria surgir automaticamente preenchido.

No entanto, e porque que me parece que não devem perder muito tempo com este tipo de stress, têm mesmo que selecionar a opção "SIM".

(cliquem na imagem para ampliar)